
O repouso do nosso futuro
Às vezes a vida nos pede calma
E a nossa velocidade nos torna um trauma.
Dilacera com o futuro,
Desperta o obscuro.
O repouso de nosso futuro,
Justifica-se no nosso presente sujo
E nos remete a miséria de nosso passado.
Nossa dedicação à vida se quebra
Quando dela recebemos sem explicações a dor
E nossa razão vital torna-se mero horror.
Horror de credulidade,
Horror de sinceridade,
Horror de crueldade.
Hora penso, por que agora?
Por que comigo?
E me justifico.
Será que quero isso?
Será mesmo que mereço?
Ou será que tanto corri atrás do meu futuro,
Que consegui acabar com o meu presente ?
Não! Não...
Não mereço sofrer
Minhas tristezas não podem traspassar minhas alegrias.
Mas qual será a formula para viver
Sem aos poucos morrer ?
Sim...
Morrer dentro de mim mesmo sem precisar,
Por alguém que meu futuro alcançou,
Antes do meu presente que agora é passado desejar.
A vida me pede calma, mas a minha verdadeira vida ainda não me alcançou!
E a nossa velocidade nos torna um trauma.
Dilacera com o futuro,
Desperta o obscuro.
O repouso de nosso futuro,
Justifica-se no nosso presente sujo
E nos remete a miséria de nosso passado.
Nossa dedicação à vida se quebra
Quando dela recebemos sem explicações a dor
E nossa razão vital torna-se mero horror.
Horror de credulidade,
Horror de sinceridade,
Horror de crueldade.
Hora penso, por que agora?
Por que comigo?
E me justifico.
Será que quero isso?
Será mesmo que mereço?
Ou será que tanto corri atrás do meu futuro,
Que consegui acabar com o meu presente ?
Não! Não...
Não mereço sofrer
Minhas tristezas não podem traspassar minhas alegrias.
Mas qual será a formula para viver
Sem aos poucos morrer ?
Sim...
Morrer dentro de mim mesmo sem precisar,
Por alguém que meu futuro alcançou,
Antes do meu presente que agora é passado desejar.
A vida me pede calma, mas a minha verdadeira vida ainda não me alcançou!
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